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				<title>TRADISOM - RSS de Notícias e Produtos</title>
				<link>http://www.hd-subs.com/</link>
				<description>TRADISOM - Produções culturais Lda. - Portuguese World Music (Música tradicional Portuguesa)</description>
				<language>PT</language>
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					<title>HD-SUBS</title>
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				</image><item>
							<title>DANÇAS POPULARES DO CORPUS CHRISTI DE PENAFIEL</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x160/catalogo/livros/dancas_populares_do_corpus_christi_de_penafiel</link>
							<description><![CDATA[
	Volume 6 da colec&ccedil;&atilde;o SONS DA TRADI&Ccedil;&Atilde;O.

	Mais um estudo da autoria de Jos&eacute; Alberto Sardinha.

	Livro com 256 p&aacute;ginas, capa dura, um CD e um DVD.

	&nbsp;

	&Eacute; do maior interesse e oportunidade o trabalho que o Dr. Jos&eacute; Alberto Sardinha agora dedica &agrave;s festas do Corpo de Deus em Penafiel, na sequ&ecirc;ncia do fecundo labor com que tem valorizado o nosso patrim&oacute;nio cultural popular. Escrevo &ldquo;popular&rdquo; no sentido mais original e aut&ecirc;ntico da palavra, referindo o que &eacute; de n&oacute;s todos, os portugueses, e daqueles que connosco vieram ou v&ecirc;m conviver.

	Isto mesmo se particulariza com as festas do Corpo de Deus em Penafiel, como foram, persistem e ressurgem. Sobrev&ecirc;m duma Idade M&eacute;dia a v&aacute;rios t&iacute;tulos distante. &Eacute;ramos ent&atilde;o um povo que esquecemos, mais visual do que conceptual, mais t&aacute;til do que reflexivo, mais ouvinte do que lente.

	Tamb&eacute;m mais vizinho do que aglomerado, mais rural do que urbano ou suburbano, mais familiar e grupal do que individual e subjetivo. Nem melhor nem pior, &eacute;ramos realmente diferentes. Do que herd&aacute;mos, usamos pouco, quase como das antigas arcas de quando havia s&oacute;t&atilde;os.

	D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, in Pref&aacute;cio.
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>AS TRADIÇÕES PORTUGUESAS EM FRANÇA</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x159/catalogo/livros/as_tradicoes_portuguesas_em_franca</link>
							<description><![CDATA[
	&nbsp;

	Volume 7 da cole&ccedil;&atilde;o SONS DA TRADI&Ccedil;&Atilde;O

	&quot;N&oacute;s portugueses somos assim. Quando estamos longe da nossa terra &eacute; que lhe damos valor.

	At&eacute; l&aacute;, enquanto permanecemos no nosso rinc&atilde;o de origem, descuramos as suas virtualidades, n&atilde;o valorizamos as suas tradi&ccedil;&otilde;es, desprezamo-las at&eacute;.

	A obra que nos &eacute; oferecida por Judite da Cruz &eacute; um valioso contributo para o in&iacute;cio do estudo sobre a presen&ccedil;a dos grupos folcl&oacute;ricos portugueses em terras de Fran&ccedil;a. A ser complementado e desenvolvido por outros autores que se lhe queiram juntar&quot; (excerto do pref&aacute;cio do livro, de autoria de Jos&eacute; Alberto Sardinha).

	O livro tem 256 p&aacute;ginas, profusamente ilustradas, cont&eacute;m fotografias de 21 grupos folcl&oacute;ricos e cont&eacute;m 2 CDS.
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Braga na Tradição Musical</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x157/catalogo/livros/braga_na_tradicao_musical</link>
							<description><![CDATA[
	Os grupos folcl&oacute;ricos surgiram em Portugal no princ&iacute;pio do s&eacute;c. XX, com a finalidade de n&atilde;o deixar esquecer as tradi&ccedil;&otilde;es musicais e coreogr&aacute;ficas do povo, que j&aacute; por essa altura come&ccedil;avam a entrar em decl&iacute;nio nos seus locais de origem, as aldeias. V&aacute;rios promotores desse movimento propunham a forma&ccedil;&atilde;o, nas aldeias, de ranchos de camponeses, aos quais se incutia o brio de conservar e executar as suas pr&oacute;prias cantigas e dan&ccedil;as. O movimento folcl&oacute;rico cresceu e hoje existem grupos folcl&oacute;ricos por todo o pa&iacute;s, nas aldeias, cilas e cidades.

	A Rusga de S. Vicente &eacute; um grupo folcl&oacute;rico de Braga, da prov&iacute;ncia do Minho, situada no Noroeste de Portugal. Formou-se em 1965 para celebrar com m&uacute;sica e dan&ccedil;a o Santo mais venerado em Braga. O S. Jo&atilde;o Baptista. Na noite dessa festa, &eacute; costume virem a Braga grupos de gente nova de todas as aldeias do concelho e concelhos vizinhos, bem como dos bairros da cidade, para tocarem, cantarem, dan&ccedil;arem, comerem e divertirem-se. Anos mais tarde, essa &quot;rusga&quot; (grupo espont&acirc;neo de tocadores e dan&ccedil;adores populares, que se dirigem a uma festa ou romaria) come&ccedil;ou a ensaiar para se apresentar publicamente noutras ocasi&otilde;es, como cerim&oacute;nias civis, festas doutras regi&otilde;es ou festivais de folclore.
	 Uma das caracter&iacute;s ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Filhos de Timor Leste</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x156/catalogo/livros/filhos_de_timor_leste</link>
							<description><![CDATA[
	Filhos de Timor Leste foi editado em Maio de 2002, como edi&ccedil;&atilde;o comemorativa do Dia de Independ&ecirc;ncia daquele pa&iacute;s.

	Volvidos quase 10 anos est&atilde;o ainda dispon&iacute;veis cerca de 50 exemplares que sobraram desse evento.
	 O livro cont&eacute;m 100 fotos e um CD com m&uacute;sica tradicional de Timor. Uma dessas faixas reproduz a m&uacute;sica interpretada no dia de atribui&ccedil;&atilde;o do Pr&eacute;mio Nobel da Paz a D. Ximenes Belo e a Ramos Horta, e n&atilde;o se encontra editada em mais nenhum lado.&nbsp;
	 Timor Leste &eacute; um caso de paix&atilde;o. De muitas pessoas,, de gente boa. Sem elas, este projecto n&atilde;o teria passado de um sonho, como tantos outros que ficaram pelo caminho. Mas, tal como a Independ&ecirc;ncia, alcan&ccedil;ada precisamente h&aacute; cinco anos, este livro &eacute; uma realidade saborosa e indestrut&iacute;vel, porque ambos cont&eacute;m a esperan&ccedil;a de um futuro espelhado nos seus filhos, os &ldquo;Filhos de Timor Leste&rdquo;.
	 Os jovens retratados neste livro est&atilde;o agora mais velhos, muitos deles, podem continuar a sorrir, mas, outros, infelizmente ainda n&atilde;o acreditam no seu futuro.&nbsp;
	 As fotos inclu&iacute;das neste &aacute;lbum s&atilde;o originais de 5 grandes fot&oacute;grafos:
	 Dawn Delaney (Austr&aacute;lia), In&aacute;cio Ludgero (Portugal), Jon Lewis (USA), Ross Bird (Austr&aacute;lia) e Rusty Stewart (Irlanda do Norte). Cada um deles ofereceu 20 fotos pa ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Joaquim Roque</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x155/catalogo/livros/joaquim_roque</link>
							<description><![CDATA[
	&nbsp;

	&ldquo;Joaquim Roque: O &Uacute;ltimo Gaiteiro Tradicional de Torres Vedras&rdquo; &eacute; um livro &uacute;nico em Portugal, da autoria da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa para o Estudo e Divulga&ccedil;&atilde;o da Gaita-de-Foles (Lisboa), sendo assinado por Francisco Pimenta e Henrique Oliveira, numa edi&ccedil;&atilde;o da Tradisom.
	 Joaquim Roque, de 72 anos, &eacute; o &uacute;ltimo guardi&atilde;o de uma estirpe de antigos gaiteiros estremenhos. Este livro relata as suas mem&oacute;rias de vida: desde a sua aprendizagem com os velhos mestres gaiteiros da Estremadura, &agrave; sua liga&ccedil;&atilde;o duradoura e ininterrupta &agrave;s importantes romarias da regi&atilde;o, n&atilde;o esquecendo a presen&ccedil;a frequente no Carnaval de Torres Vedras. A figura de Joaquim Roque torna-se tamb&eacute;m especial por ser dos mais ex&iacute;mios gaiteiros de tradi&ccedil;&atilde;o oral actualmente em actividade em Portugal.
	 A obra, de imagem cuidada, &eacute; ilustrada por uma fotobiografia deste tocador,
	 conseguindo reunir imagens in&eacute;ditas de investigadores de refer&ecirc;ncia como Michel Giacometti, Ernesto Veiga de Oliveira / Benjamim Pereira e Jos&eacute; Alberto Sardinha finalmente dadas a conhecer.Com Pref&aacute;cio deste &uacute;ltimo investigador, o livro inclui um cap&iacute;tulo introdut&oacute;rio que a Associa&ccedil;&atilde;o autora da obra dedica &agrave; Hist&oacute;ria da gaita-de-fole em Portugal, com a publica&ccedil;&atil ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Tunas do Marão</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x154/catalogo/livros/tunas_do_marao</link>
							<description><![CDATA[
	Tem o fen&oacute;meno das tunas sido alvo de pouca aten&ccedil;&atilde;o por parte dos estudos etnogr&aacute;fico-musicais em Portugal. Nas grava&ccedil;&otilde;es e nos escritos de Armando Le&ccedil;a n&atilde;o encontramos refer&ecirc;ncia a tunas, o mesmo se podendo dizer das obras de Artur Santos e de Michel Giacometti/Fernando Lopes Gra&ccedil;a.

	Ernesto Veiga de Oliveira &eacute; o primeiro a mencionar este tipo de agrupamento musical popular, dedicando-lhe por&eacute;m uma pequena sec&ccedil;&atilde;o, no cap&iacute;tulo dos cordofones, do seu vasto estudo sobre os&nbsp;Instrumentos Musicais Populares Portugueses&nbsp;.

	A escassez de estudos profundos sobre o fen&oacute;meno das tunas rurais portuguesas remetia-as para uma zona lateral, ou mesmo inferior, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica de tradi&ccedil;&atilde;o oral. Mas, em contrapartida, ao longo de muitos anos de pesquisa etnomusical por todos os recantos do pa&iacute;s, fomos encontrando, aqui e ali, algumas tunas rurais que despertaram o nosso interesse e foram, por isso, objecto de grava&ccedil;&atilde;o para arquivo. Esse interesse n&atilde;o era, todavia, muito forte, na medida em que, por essa altura, partilh&aacute;vamos da opini&atilde;o dominante sobre a falta de valor tradicional do report&oacute;rio destes agrupamentos, por se tratar de m&uacute;sica de autor transmitida atrav&eacute;s da pauta. Tratava-se antes da constata&ccedil;&atilde;o de que a sua m&uacute;sica exercia um ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Tradições Musicais da Estremadura</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x153/catalogo/livros/tradicoes_musicais_da_estremadura</link>
							<description><![CDATA[
	Fruto de demorada investiga&ccedil;&atilde;o etnogr&aacute;fica no terreno, desde as imedia&ccedil;&otilde;es de Leiria, ao norte, at&eacute; &agrave; regi&atilde;o de Palmela na Estremadura transtagana, a obra&nbsp;&quot;TRADI&Ccedil;&Otilde;ES MUSICAIS DA ESTREMADURA&quot;&nbsp;, da autoria do Dr. Jos&eacute; Almeida Morais Sardinha, pretende descrever as principais tradi&ccedil;&otilde;es populares desta prov&iacute;ncia, documentando-as musicalmente. Para cada tradi&ccedil;&atilde;o procurou-se descrever as manifesta&ccedil;&otilde;es que a envolvem, o pr&oacute;prio ambiente social e cultural geral que a rodeia e fornecer dados hist&oacute;ricos sobre a sua origem. Depois, naturalmente, a face musical dessa tradi&ccedil;&atilde;o, com a respectiva partitura. Para al&eacute;m da introdu&ccedil;&atilde;o, a obra abrange os tr&ecirc;s grandes temas funcionais que est&atilde;o na base da m&uacute;sica rural: o trabalho, com os amanhos das terras, as lavoeiras, as colheitas, as debulhas e respectivos cantares, o sobrenatural, em que se trata das rela&ccedil;&otilde;es do homem rural com a divindade, mormente nas suas manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas, mas tamb&eacute;m noutras pr&aacute;ticas de simples conte&uacute;do m&aacute;gico ou simb&oacute;lico, e a festa, os costumes l&uacute;dicos, o amor e o divertimento, com particular realce para os bailes r&uacute;sticos, as suas dan&ccedil;as e os seus instrumentos. Al&eacute;m da mancha rural, as tradi&ccedil;&otilde;e ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Raízes Musicais de Terras e Gentes de Vinhais</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x152/catalogo/livros/raizes_musicais_de_terras_e_gentes_de_vinhais</link>
							<description><![CDATA[
	Esta &eacute; a apresenta&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica de um trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea da etnomusicologia, campo das humanidades que contribui, com os seus conhecimentos, para a compreens&atilde;o do Homem, atrav&eacute;s da express&atilde;o musical. As Terras e as Gentes de Vinhais tornam-se objecto de estudo e constituem, no seu&nbsp;modus vivendi&nbsp;, a base do chamado problema de investiga&ccedil;&atilde;o, provar que existiu uma cultura musical de fortes ra&iacute;zes num povo que viveu e sentiu a m&uacute;sica popular, de forma &uacute;nica e exemplar, fazendo, dela um acto social.

	A metodologia utilizada &eacute;, obviamente etnogr&aacute;fica, pelo que n&atilde;o existe uma rela&ccedil;&atilde;o causa/efeito, mas sim processos que v&atilde;o debru&ccedil;ar-se sobre as rela&ccedil;&otilde;es sociais nascidas da interac&ccedil;&atilde;o das gentes em causa. Esta interac&ccedil;&atilde;o social confere, a este estudo, uma validade que se desenvolve ao longo de todo um trabalho previamente planificado, e efectuado com base na recolha de dados no terreno.

	Os objectivos, finalidades e resultados giram em torno de uma ideia de conhecimento, preserva&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o de um Patrim&oacute;nio Cultural, neste caso, o do Concelho de Vinhais.

	Reside em cada um de n&oacute;s, ou deveria residir, uma atitude de compromisso para que, cada vez mais, esta seja uma realidade cultural, que vivida noutros tempos, d ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>A Origem do Fado</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x151/catalogo/livros/a_origem_do_fado</link>
							<description><![CDATA[
	As origens do Fado andam envoltas em mist&eacute;rio. H&aacute; quem acredite que o Fado nasceu no Brasil, em &Aacute;frica, no mar ao sabor das ondas, ou que nos chegou trazido pelos &aacute;rabes!

	Afinal a sua origem &eacute; simplesmente portuguesa, verdadeiramente portuguesa, essa convic&ccedil;&atilde;o e a tese do autor.

	Atrav&eacute;s de uma investiga&ccedil;&atilde;o s&eacute;ria, rigorosa, profunda e consistente junto das comunidades rurais de todas as prov&iacute;ncias, o autor descobriu os resqu&iacute;cios de uma antiqu&iacute;ssima tradi&ccedil;&atilde;o po&eacute;tico-musical comum a todo o pa&iacute;s (aldeias, vilas e cidades, incluindo Lisboa), que constitui a g&eacute;nese do Fado: o canto narrativo, que vem desde o s&eacute;c.XVI representado pelo romanceiro novelesco tradicional e que chegou aos nossos dias atrav&eacute;s dos m&uacute;sicos ambulantes entre ao quais os ceguinhos da tradi&ccedil;&atilde;o popular, que cantavam pelas feiras e ruas de todo o pa&iacute;s os &uacute;ltimos acontecimentos que impressionavam o seu audit&oacute;rio: os crimes, as desgra&ccedil;as, as trag&eacute;dias, as vidas da gente comum, que o mesmo &eacute; dizer os fados da gente comum.
	 S&atilde;o esses os fados primitivos (a que pejorativamente se chama fados da desgra&ccedil;adinha ou de faca e alguidar), &eacute; a&iacute; que se situa a origem, a raiz do Fado.

	O livro possui 552 p&aacute;ginas, amplamente ilustrado com fotografias a cores, e &eacute; a ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Viola Campaniça</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x150/catalogo/livros/viola_campanica</link>
							<description><![CDATA[
	Foi gra&ccedil;as &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o de Jos&eacute; Alberto Sardinha e ao estudo que publicou em 1986 que foi poss&iacute;vel salvar do esquecimento os &uacute;ltimos tocadores de viola campani&ccedil;a e fazer renascer o interesse, a n&iacute;vel local e nacional, sobre esta singular viola alentejana.

	Sem a edi&ccedil;&atilde;o da obra Viola Campani&ccedil;a, o Outro Alentejo, n&atilde;o teria acontecido este movimento de renascimento e provavelmente os tocadores que conhecemos hoje teriam morrido sem que deles houvesse not&iacute;cia.
	 &Eacute; por isso com muito orgulho que a Tradisom d&aacute; agora a p&uacute;blico uma nova obra do mesmo investigador com o mesmo t&iacute;tulo, Viola Campani&ccedil;a, o Outro Alentejo, mas desta vez comportando um estudo organol&oacute;gico muito mais desenvolvido, uma descri&ccedil;&atilde;o mais completa da investiga&ccedil;&atilde;o e a reprodu&ccedil;&atilde;o de um muito maior n&uacute;mero de registos sonoros, seleccionados de entre as grava&ccedil;&otilde;es de campo que o autor efectuou desde 1983 at&eacute; ao presente. Com esta obra julgamos come&ccedil;ar da melhor maneira a presente colec&ccedil;&atilde;o, que esperamos possa vir a contribuir para o melhor conhecimento da tradi&ccedil;&atilde;o musical do nosso povo.
	 Este livro tem 208 p&aacute;ginas, faz-se acompanhar de 2 CD&#39;s, e est&aacute; dividido em v&aacute;rios cap&iacute;tulos, de que nos permitimos destacar os seguintes:
	 A Viola &n ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>O Fado Operário do Alentejo</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x149/catalogo/livros/o_fado_operario_do_alentejo</link>
							<description><![CDATA[
	E de repente estava ali tudo!

	A d&eacute;cima, que h&aacute; tantos anos me fascinava como estrutura po&eacute;tica, que me intrigava por quase ter desaparecido depois do sec. XVII e reaparecido no sec. XIX, cantada no Fado de Lisboa e recitada no Alentejo (c&acute;os diabos, porqu&ecirc; no Alentejo?), aparecia-me agora explicada nas suas origens, na sua evolu&ccedil;&atilde;o, nas suas variantes &ndash; eu que julgava existirem s&oacute; dois esquemas rim&aacute;ticos! &ndash; pelo Paulo Lima. Todas as d&uacute;vidas estavam respondidas e uma quantidade de nova informa&ccedil;&atilde;o palpitava naqueles cap&iacute;tulos, enviados por correio inform&aacute;tico, de um livro ainda por publicar&hellip;

	Assim reagia Daniel Gouveia, que introduz o livro &ldquo;O Fado oper&aacute;rio no Alentejo&rdquo;, quando lia, pela primeira vez, o manuscrito deste trabalho.

	Estamos perante uma obra que nos revela uma nova e importante perspectiva sobre o fado.

	Diz o autor na introdu&ccedil;&atilde;o &ldquo;Para o entendimento de uma obra que foge aos c&acirc;nones, coloc&aacute;mos em cena uma outra personagem. Essa personagem, , quase oculta no Alentejo, &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o oper&aacute;ria que se estruturou entre 1860 e 1930 numa geografia que ocupou uma &aacute;rea que vai de Set&uacute;bal &agrave; Porcalhota e desta at&eacute; Santar&eacute;m e que subiu depois at&eacute; ao norte, ap&oacute;s o que desceu para sul. Essa can&ccedil;&atilde;o oper&aacute; ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Auto da Fonte dos Amores</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x148/catalogo/livros/auto_da_fonte_dos_amores</link>
							<description><![CDATA[
	O Auto da Fonte dos Amores &ndash; Pedro e In&ecirc;s &eacute; uma &oacute;pera popular que recria os amores de D. Pedro e D&ordf; In&ecirc;s, transportando-os para a nossa actualidade. Esta hist&oacute;ria de amor com sabor moderno alia a verdade hist&oacute;rica &agrave;s viv&ecirc;ncias da juventude dos dias de hoje e &agrave; cultura popular, onde n&atilde;o faltam uma certa desenvoltura na linguagem, as bruxas e os duendes e a maledic&ecirc;ncia do povo, produzindo um efeito c&oacute;mico que, seguramente, n&atilde;o deixar&aacute; de cativar os nossos jovens. Pensamos, pois, que esta obra encerra verdadeiras potencialidades did&aacute;cticas no &acirc;mbito da abordagem de Os Lus&iacute;adas, por constituir uma potente fonte de motiva&ccedil;&atilde;o para os alunos, os quais, normalmente, encaram com receio, mas tamb&eacute;m alheamento e t&eacute;dio, o estudo desta obra maior da nossa cultura nacional.

	A par da vertente educacional, foi nossa preocupa&ccedil;&atilde;o a qualidade gr&aacute;fica e art&iacute;stica, pol&iacute;tica que tem norteado a linha editorial da Tradisom neste &uacute;ltimos 20 anos.&nbsp;A prop&oacute;sito, destacaremos as bel&iacute;ssimas ilustra&ccedil;&otilde;es da autoria de Pedro Sousa Pereira, ilustrador com obra premiada, bem como alguns dos artistas envolvidos neste projecto, como S&eacute;rgio Godinho e o cantor Jo&atilde;o Afonso (D. Pedro); Uxia Senlle (In&ecirc;s de Castro), conhecida cantora popular em terras de Galiza; Man ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Xanana</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x146/catalogo/discos/tradicional/xanana</link>
							<description><![CDATA[
	&Eacute; um documento pol&iacute;tico important&iacute;ssimo. Inclui extractos de uma entrevista a Xanana Gusm&atilde;o, o l&iacute;der da resist&ecirc;ncia de Timor-Leste, can&ccedil;&otilde;es dos prisioneiros timorenses que, como ele, se encontram presos na cadeia de Cipinang, na Indon&eacute;sia. Tamb&eacute;m nesta edi&ccedil;&atilde;o se pode escutar um trabalho sobre o massacre no Cemit&eacute;rio de Santa Cruz, em Dili, no dia 12 de Novembro de 1991, e um poema de um elemento da rede clandestina.

	Este disco cont&eacute;m um livreto (portugu&ecirc;s e ingl&ecirc;s) de 24 p&aacute;ginas.
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Vozes e Ritmos do Oriente</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x145/catalogo/discos/tradicional/vozes_e_ritmos_do_oriente</link>
							<description><![CDATA[
	Considerado pela cr&iacute;tica portuguesa um dos melhores discos de 1993, esta &eacute; a primeira edi&ccedil;&atilde;o em portugu&ecirc;s sobre m&uacute;sica tradicional asi&aacute;tica. Um disco fundamental, que re&uacute;ne grupos e int&eacute;rpretes do Azerbeij&atilde;o, China (Sinkiang), India (Rajast&atilde;o), Jap&atilde;o, Mong&oacute;lia, Paquist&atilde;o e Sib&eacute;ria (Tuva).

	Este disco cont&eacute;m um livreto em portugu&ecirc;s de 36 p&aacute;ginas.
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Timor</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x144/catalogo/discos/tradicional/timor</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...Uma das mais claras manifesta&ccedil;&otilde;es da influ&ecirc;ncia portuguesa em Timor pode ser testemunhada na m&uacute;sica. Neste disco, algumas exemplos musicais s&atilde;o de arquivo, outros s&atilde;o retirados de cassetes que outrora fizeram sucesso mas que hoje se encontram j&aacute; desgastadas, outras ainda foram especialmente gravadas para esta edi&ccedil;&atilde;o e incluem novas composi&ccedil;&otilde;es e pequenos apontamentos orais do quotidiano timorense.&rdquo;&nbsp;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Sumatra</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x143/catalogo/discos/tradicional/sumatra</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...As viagens dos portugueses promoveram, na Indon&eacute;sia, o contacto entre diferentes culturas tais como a portuguesa, a malaia, a javanesa, a indiana, a africana, a holandesa e outros estilos locais. A contribui&ccedil;&atilde;o portuguesa - incluindo sentimentos e atitudes est&eacute;ticas, instrumentos e ritmos musicais, e o conceito localmente adaptado de sugest&atilde;o harm&oacute;nica - fez desenvolver na Indon&eacute;sia novas formas de express&atilde;o musical que h&aacute; muito se tornaram independentes e aut&oacute;nomas e que hoje definem parcialmente a identidade musical daquele pa&iacute;s...&rdquo;&nbsp;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Sri Lanka II</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x142/catalogo/discos/tradicional/sri_lanka_ii</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...A hist&oacute;ria cultural do crioulo portugu&ecirc;s no Ceil&atilde;o rivaliza com a sua evolu&ccedil;&atilde;o lingu&iacute;stica pelo papel que esta desempenhou na transforma&ccedil;&atilde;o de uma sociedade caracterizada por uma grande fluidez lingu&iacute;stica e racial. Os descendentes miscigenados dos portugueses come&ccedil;aram a ser conhecidos pelo termo &quot;Burghers&quot; durante o per&iacute;odo holand&ecirc;s, mas j&aacute; nesse tempo eram considerados racial e economicamente inferiores e apelidadospopularmente de &quot;mec&rsquo;nicos&quot; ou &ldquo;micos&rdquo;.Falavam o crioulo portugu&ecirc;s que se espalhou pela ilha a partir das comunidades de mesti&ccedil;os africanos e euro-asi&aacute;ticos que serviam nas fortalezas em come&ccedil;os do s&eacute;culo XVII.&rdquo;&nbsp;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Sri Lanka</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x140/catalogo/discos/tradicional/sri_lanka</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;....Culturalmente, embora mantendo o que os distingue como grupo, a comunidade Burgher assimilou-se em larga medida &aacute; cultura de origem. O grupo &eacute; marcadamente endog&iacute;mico e funciona como se fosse uma casta; casamentos entre primos s&atilde;o tradicionalmente muito bem vistos; a identidade do grupo &eacute; dada pela indument&aacute;ria, certas comidas, costumes associados ao casamento, e, evidentemente, a l&iacute;ngua. A esta lista poder&iacute;amos acrescentar as cantigas crioulas portuguesas cuja m&uacute;sica, poesia, e dan&ccedil;as sintetizam e refor&ccedil;am a identidade do grupo.&rdquo;&nbsp;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>S. Tomé</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x139/catalogo/discos/tradicional/s_tome</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...Tradicionalmente o Tchiloli &eacute; apresentado na componente profana das muitas festas religiosas que se comemoram em S&atilde;o Tom&eacute;; &Agrave; semelhan&ccedil;a do que acontece em Portugal, grande parte da componente musical destas festas n&atilde;o est&aacute; relacionada com a celebra&ccedil;&atilde;o religiosa. No entanto, no S&atilde;o Tom&eacute; contempor&acirc;neo, o Tchiloli ganhou novos espa&ccedil;os, como sejam as ocasi&otilde;es oficiais, a r&aacute;dio, a televis&atilde;o e as apresenta&ccedil;&otilde;es no estrangeiro...&rdquo;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Moçambique</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x138/catalogo/discos/tradicional/mocambique</link>
							<description><![CDATA[
	&laquo;....A makwayela &eacute; um modo expressivo que desempenhou um importante papel no universo da cultura do Sul de Mo&ccedil;ambique. Inclui o canto, a dan&ccedil;a, a literatura oral e o trajo elaborado.

	Trata-se de um modo desempenhado por grupos de homens (embora excepcionalmente as mulheres tamb&eacute;m possam participar) que se apresentam nos bairros de Maputo e nas pequenas localidades do Sul.Os textos da makwayela revelam um car&aacute;cter socialmente integrativo, e est&atilde;o cheios de pequenas par&aacute;bolas e alegorias..&raquo;
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						</item><item>
							<title>Malaca</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x137/catalogo/discos/tradicional/malaca</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...O universo musical do Bairro Portugu&ecirc;s de Malaca pode ser dividido em duas grandes categorias: m&uacute;sica desempenhada por grupos formalmente organizados, designada genericamente por &ldquo;Dan&ccedil;a Portuguesa&rdquo; e dirigida, especialmente, a audi&ecirc;ncias exteriores ao Bairro, e a m&uacute;sica desempenhada pelos residentes do Bairro, em contextos menos formais, para consumo interno, a &ldquo;m&uacute;sica dom&eacute;stica&rdquo;. N&atilde;o deixa de ser curioso que o repert&oacute;rio portugu&ecirc;s importado, cuja contribui&ccedil;&atilde;o foi fundamental para que os residentes do Bairro Portugu&ecirc;s de Malaca alcan&ccedil;assem um estatuto de auto-respeito e de reconhecimento nacional, tenha justamente adquirido esse estatuto &aacute; custa de antigas, mais concretamente h&iacute;bridas, tradi&ccedil;&otilde;es dom&eacute;sticas malaio-portuguesas...&rdquo;&nbsp;
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						</item><item>
							<title>Macau</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x136/catalogo/discos/tradicional/macau</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...Ao ouvir este CD viajar&aacute; por certo em torno de sonoridades algo peculiares e particulares que n&atilde;o nos deixar&atilde;o de remeter para Macau naquilo que ela ainda det&eacute;m da esfera da influ&ecirc;ncia lus&oacute;fona, at&eacute; porque hoje Macau est&aacute; j&aacute; praticamente aglutinada pela for&ccedil;a estrondosa da cultura chinesa que nela prolifera. Resta-nos apenas procurar alguns tra&ccedil;os que ainda vincam essa secular presen&ccedil;a e faz&ecirc;-la evidenciar neste e noutros contextos para que a Hist&oacute;ria dela n&atilde;o se esque&ccedil;a.&rdquo;
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						</item><item>
							<title>Goa - Gavana</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x135/catalogo/discos/tradicional/goa___gavana</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;... desvenda-nos o fasc&iacute;nio da viagem e testemunha a possibilidade que a m&uacute;sica tem de acompanhar as pessoas e de sobreviver a elas. Goa oferece-nos de facto um magn&iacute;fico exemplo dessas viagens seculares e da adop&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o de c&oacute;digos musicais que mantiveram a vitalidade suficiente para serem hoje aut&oacute;nomos e permanecerem em constante recria&ccedil;&atilde;o.&rdquo;&nbsp;
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						</item><item>
							<title>Damão, Diu, Cochim, Korlai  </title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x134/catalogo/discos/tradicional/damao_diu_cochim_korlai__</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...Com base em livros e estudos de linguistas, historiadores e viajantes do s&eacute;culo passado, recuper&aacute;mos exemplos vivos da tradi&ccedil;&atilde;o, entre as comunidades costeiras mais isoladas ou abandonadas, que incluem versos e can&ccedil;&otilde;es crioulos indo-portugueses. A m&uacute;sica neste CD invoca a literatura e a tradi&ccedil;&atilde;o oral da &eacute;poca das viagens.&rdquo;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>Cabo Verde</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/x133/catalogo/discos/tradicional/cabo_verde</link>
							<description><![CDATA[
	&ldquo;...A maior parte da m&uacute;sica tocada e ouvida pelos caboverdianos inclui os g&eacute;neros tradicionais que se desenvolveram no arquip&eacute;lago ao longo da hist&oacute;ria e que s&atilde;o fortes componentes na defini&ccedil;&atilde;o da cultura dos caboverdianos. S&atilde;o g&eacute;neros musicais em cuja g&eacute;nese estiveram, naturalmente, elementos europeus e africanos. Os g&eacute;neros musicais tradicionais mais divulgados, que s&atilde;o hoje cultivados com enorme vigor, incluem: a morna, a coladeira, o batuque e o fun&aacute;n&aacute;...&rdquo;&nbsp;
 ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>NOTÍCIA - TRADISOM EM PARIS</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/noticias/87/tradisom_em_paris</link>
							<description><![CDATA[
	A Tradisom vai estar presente na Feira de Nanterre, em paris, nos dias 30, e 31 de Mar&ccedil;o e 1 de Abril.

	Ir&aacute; lan&ccedil;ar o livro &quot;As Tradi&ccedil;&otilde;es Portuguesas em Fran&ccedil;a&quot;, da autoria de Judite dos Santos Correia da Cruz. Anexo a not&iacute;cia publicada ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>NOTÍCIA - A TRADISOM EM SANTIAGO DE COMPOSTELA</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/noticias/86/a_tradisom_em_santiago_de_compostela</link>
							<description><![CDATA[
	A Tradisom esteve presente na Cidade de Cultura de Santiago de Compostela no dia 17 de Dezembro passado.

	Ali apresentou, com grande sucesso, a Filmografia Completa de Michel Giacometti.

	Estiveram presentes Paulo Lima, coordenador cient&iacute;fico da colec&ccedil;&atilde;o, Jos&eacute; Mo ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>NOTÍCIA - TRADISOM na Festa do Avante com preços especiais</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/noticias/85/tradisom_na_festa_do_avante_com_precos_especiais</link>
							<description><![CDATA[
	&nbsp;

	A Tradisom vai estar presente na Festa do Livro, um dos espa&ccedil;os da Festa do Avante, nos dias 2, 3 e 4 de Setembro.

	Iremos fazer uma promo&ccedil;&atilde;o especial durante a Festa, que se irFesta do Avante de 1982 e ainda s da Festa do Avante de 1982 e ainda hel Giacometti,  ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>NOTÍCIA - TRADISOM E ACTA LEVAM A FILMOGRAFIA DE GIACOMETTI A 5 CONCELHOS MINHOTOS</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/noticias/84/tradisom_e_acta_levam_a_filmografia_de_giacometti_a_5_concelhos_minhotos</link>
							<description><![CDATA[
	Nos pr&oacute;ximos meses ir&aacute; decorrer uma iniciativa de &acirc;mbito cultural intitulada Cine Tradisom.

	A Tradisom compromete-se a percorrer diversas freguesias dos concelhos de Amares, Terras de Bouro, P&oacute;voa de Lanhoso, Vieira do Minho e Vila Verde, projectando alguns dos film ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>NOTÍCIA - A TRADISOM no FESTIVAL ANDANÇAS</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/noticias/83/a_tradisom_no_festival_andancas</link>
							<description><![CDATA[
	A TRADISOM vai estar presente oficialmente, como convidada da organiza&ccedil;&atilde;o no Festival Andan&ccedil;as, que se vai realizar entre os dias 1 e 7 de Agosto em Carvalhais, S. Pedro do Sul).

	O espa&ccedil;o em que iremos estar presentes ser&aacute; a tenda oficial de comercializa&cce ... ]]></description>
						</item><item>
							<title>NOTÍCIA - A TRADISOM IRÁ ESTAR NO FESTIVAL DE SINES NO DIA 30 DE JULHO, 17 HORAS</title>
							<link>http://www.tradisom.com/USER_LANGUAGE/noticias/82/a_tradisom_ira_estar_no_festival_de_sines_no_dia_30_de_julho_17_horas</link>
							<description><![CDATA[
	A Tradisom ir&aacute; apresentar o livro (com CD) AUTO DA FONTE DOS AMORES, em que participam, al&eacute;m de muitos outros, S&eacute;rgio Godinho, Jo&atilde;o Afonso Ana Celeste Ferreira, Uxia, Manuel Freire, Zeca Medeiros, Aur&eacute;lio Malva, Carlos Fragateiro, Daniel Schvetz e Quim N&eacute; ... ]]></description>
						</item></channel></rss>
